Sugestões de Cuidados com a Pele Oleosa e com Acne

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Hidratação e limpeza correta ajudam a controlar o excesso de brilho
A pele oleosa é um dos tipos mais comuns de pele no Brasil. Isso provavelmente se deve ao fato de que boa parte do Brasil é situado na zona de clima tropical, onde as temperaturas costumam ser mais altas e onde as estações não costumam seguir um padrão fixo, podendo fazer frio e calor, sol e chuva num mesmo dia. Essa característica permite com que muitos se identifiquem com as particularidades da pele oleosa.

Características da pele oleosa

Geralmente quem tem pele oleosa costuma sofrer com o excesso de brilho, que é característica mais predominante desse tipo de pele; sofre com a tendência para cravos e espinhas, podendo desenvolver uma acne mais severa; e costuma sofrer também com os poros dilatados. Além da tendência a desenvolver acne, a pele oleosa pode também causar algumas doenças de pele, como a rosácea, a dermatite seborreica e a hiperplasia sebásea.

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Esse tipo de pele depende da composição genética de cada um, mas em alguns casos pode ser uma consequência de um desequilíbrio hormonal ou até mesmo de uma má alimentação. A falta de uma higiene facial e o uso de produtos inadequados para o tipo de pele também podem causar oleosidade na pele.

Doenças mais comuns de pele oleosa

1.Rosácea

A rosácea caracteriza-se por regiões avermelhadas e por lesões inflamadas na pele; normalmente a rosácea aparece com mais força nas bochechas, no nariz e na testa. Não há uma cura para o problema, e também não se sabe como ela surge. Porém, há tratamentos eficazes para melhorar a aparência da rosácea.

Quem sofre com esse problema percebe que há fatores que fazem com que ela piore. Lavar o rosto e banhar-se com água quente, exercícios físicos, exposição ao sol e o uso de alguns remédios, são os principais fatores que fazem com que a rosácea piore.

Para evitar que a rosácea piore, o ideal é sempre lavar o rosto com água fria, pois a água fria acalma a pele. A realização de higiene facial, e a utilização de hidratantes também ajudam a manter a rosácea controlada.

Quem sofre esse problema deve fazer o uso do protetor solar um hábito diário, pois em muitos casos o protetor solar sozinho já dá conta de controlar o problema, além de ajudar no controle de brilho. Mas caso não adiante, o ideal é consultar um dermatologista, desta forma um tratamento ideal e eficaz será indicado.

2.Dermatite seborreica

A dermatite seborreica é uma doença crônica que causa vermelhidão e escamação, e além de poder afetar áreas do rosto, ela pode afetar o couro cabeludo e o colo. Assim como a rosácea, a causa dessa dermatite é desconhecida. Porém ao contrário da rosácea, a dermatite seborreica pode desaparecer por conta própria.

A dermatite seborreica caracteriza-se pelo surgimento de caspa (quando no couro cabeludo), pelo surgimento de cascas na pele que descamam, podendo haver lesões das pálpebras, pelo surgimento de vermelhidão na pele, pelo surgimento de coceiras ou ardências, e pela oleosidade da pele e do couro cabeludo.

Embora essa condição possa desaparecer sozinha, ela também pode voltar em momentos de stress, em climas secos e frios, entre outros fatores. Por isso, o ideal é tratar essa condição, para evitar maiores incômodos.

Novamente, o ideal é consultar um dermatologista para receber o melhor tratamento. Normalmente o tratamento da dermatite seborreica envolve uma combinação de vários tratamentos que não envolvem apenas medicamentos; por isso a importância de uma consulta com um profissional da área.

3.Hiperplasia sebácea

A hiperplasia sebácea é quando uma glândula sebácea aumenta de tamanho. Essa condição é muito comum em quem tem pele clara e oleosa, normalmente é uma modificação benigna, mas que pode causar uma insatisfação cosmética.

Normalmente essa hiperplasia sebácea apresenta-se no rosto em um formato de uma bolinha, entre 2 e 5 milímetros de diâmetro com uma leve depressão no centro, podendo variar entre as cores amareladas e rosadas, mas podem seguir o tom natural da pele também.

O tratamento dessa condição é apenas para fins cosméticos e consistem em tratamentos que apenas um profissional pode realizar. Entre os tratamentos estão a terapia fotodinâmica, crioterapia, a cauterização ou a eletrocoagulação, tratamentos químicos e tratamentos com laser. Porém, esses tratamentos podem causar resultados não esperados, como a despigmentação e cicatrizes.

Cuidados com a pele oleosa

Há um mito que diz que quem tem pele oleosa não precisa hidratar a pele. Esse conceito é errôneo, e a falta de hidratação pode sim estar ligada ao excesso de brilho. Todos os tipos de pele necessitam de hidratação. No caso da pele oleosa, os cuidados devem ser um pouco mais intensos, pois apenas água e sabão não bastam para controlar a produção natural de sebo.

Deve-se sempre lavar o rosto com água fria, utilizando um sabão ou gel facial ideal para o tipo de pele; normalmente apenas esse passo já costuma funcionar para os outros tipos de pele, porém, a pele oleosa requere uma limpeza mais completa, envolvendo o uso de tônicos e de adstringentes. A frequência da higiene facial pode variar de pessoa para pessoa e o ideal é pedir ajuda à um farmacêutico ou consultar-se com um dermatologista para descobrir qual produto e qual tratamento é o mais adequado. Após a correta limpeza do rosto, devem-se utilizar hidratantes livres de óleos (os famosos oil free) e preferencialmente em formato de gel. Escolha um protetor solar que também ajude no controle de brilho.

A escolha da maquiagem também deve ser pensada. As bases mais recomendadas são as que dão efeito matificante e as em pó. Na hora de retirar a maquiagem, prefira formulas líquidas e que não possuam óleo.

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